Muitos pacientes perguntam qual é a relação direta entre o uso de determinados medicamentos e o surgimento da disfunção erétil.
Primeiro, a disfunção erétil é uma condição multifatorial, isso significa que raramente ela tem uma única causa. Quando avaliamos um paciente, precisamos investigar fatores psicogênicos, hormonais, vasculares e neurogênicos.
Mas existe um fator que frequentemente os pacientes ignoram nessa investigação, os medicamentos que já usam para tratar outras doenças.
É muito comum o paciente chegar ao consultório sem saber que o remédio que ele toma para controlar a pressão arterial, para tratar a depressão ou até mesmo para controlar o colesterol pode estar sendo o principal responsável pela piora da sua função erétil.
Neste artigo, vou explicar quais são as principais classes de medicamentos que provocam disfunção erétil, como elas agem no organismo e o que pode ser feito quando essa é a causa do problema.
Agende sua consulta com o Dr. Tiago Mierzwa, Urologista e Andrologista referência no tratamento da Disfunção Erétil em Curitiba.
Você quer entender melhor o que está causando a sua disfunção erétil e descobrir se algum medicamento pode estar relacionado? Agende uma consulta com o Dr. Tiago Mierzwa, urologista e andrologista em Curitiba.
Dr. Tiago
Mierzwa


– Mestre em Clínica Cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná
– Coordenador dos Serviços de Andrologia do Hospital Nossa Senhora das Graças e Hospital Universitário Cajuru
– Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia
– Membro da Sociedade Brasileira de Urologia/ American Urological Association/ International Society for Sexual Medicine/ Sociedade LatinoAmericana de Medicina Sexual
– ABEMSS/ Confederación Americana de Urologia/ Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
Os medicamentos podem realmente causar disfunção erétil?
Sim, e essa é uma das causas mais subestimadas da disfunção erétil na prática clínica. Estudos indicam que entre 25% e 30% dos casos de disfunção erétil envolvem o uso de medicamentos.
Isso é um número expressivo, por isso é tão importante que o urologista faça uma anamnese detalhada, investigando todos os remédios que o paciente utiliza.
O mecanismo pelo qual isso acontece varia de acordo com a classe do medicamento. Alguns prejudicam o fluxo sanguíneo para o pênis, outros reduzem os níveis de testosterona, outros afetam o sistema nervoso central e comprometem o estímulo necessário para que a ereção ocorra.
Para que a ereção aconteça de forma adequada, é preciso que haja um relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso, com consequente aumento do fluxo sanguíneo para o pênis. Qualquer medicamento que interfira nesse processo pode comprometer a função erétil.
Quais são os medicamentos anti-hipertensivos que provocam disfunção erétil?
Os medicamentos utilizados para tratar a hipertensão arterial estão entre os que mais frequentemente aparecem associados à disfunção erétil. Isso cria uma situação paradoxal, porque a própria hipertensão não tratada também é um fator de risco para a disfunção erétil.
Por isso, o manejo desse paciente exige muita atenção e individualização.
Betabloqueadores
Os betabloqueadores são uma das classes mais associadas à disfunção erétil. Medicamentos como o propranolol, o atenolol e o metoprolol atuam bloqueando os receptores beta-adrenérgicos, o que reduz a frequência cardíaca e a pressão arterial. O problema é que esse mecanismo também reduz o fluxo sanguíneo periférico, incluindo o fluxo para o tecido erétil do pênis.
Além do efeito vascular, os betabloqueadores têm um impacto sobre o sistema nervoso central que pode reduzir o desejo sexual e dificultar o processo de excitação. Pacientes que usam betabloqueadores com frequência relatam uma piora progressiva da ereção e uma redução da libido, o que pode ser interpretado erroneamente como causa psicológica.
É importante ressaltar que nem todos os betabloqueadores têm o mesmo impacto. Os betabloqueadores de nova geração, como o carvedilol e o nebivolol, têm um perfil mais favorável em relação à função erétil, especialmente o nebivolol, que tem propriedades vasodilatadoras.
Atenção: Jamais substitua ou pare de tomar um medicamento por conta própria, o manejo precisa ser orientado por um médico em uma consulta individualizada.
Diuréticos tiazídicos
Os diuréticos tiazídicos, como a hidroclorotiazida e a clortalidona, também estão entre os medicamentos que provocam disfunção erétil com maior frequência.
O mecanismo principal envolve a redução do volume sanguíneo e alterações no fluxo arterial para o corpo cavernoso. Há também evidências de que os tiazídicos interferem na função do músculo liso vascular, prejudicando ainda mais a capacidade de ereção.
Quando o paciente hipertenso usa a combinação de um betabloqueador com um tiazídico, o risco de disfunção erétil aumenta de forma ainda mais significativa. Por isso, esse é um dado que precisa ser levantado na consulta.
Outros anti-hipertensivos
Outros medicamentos anti-hipertensivos, como a metildopa e a clonidina, que são de ação central, também estão associados à disfunção erétil. Eles atuam no sistema nervoso central reduzindo o tônus simpático, o que pode comprometer tanto o desejo sexual quanto o mecanismo neurogênico da ereção.
Vale destacar que algumas classes de anti-hipertensivos têm impacto menor ou até neutro sobre a função erétil. Os inibidores da ECA, os bloqueadores do receptor de angiotensina (BRA) e os bloqueadores dos canais de cálcio tendem a ser mais bem tolerados do ponto de vista da função sexual. O losartana, por exemplo, é um BRA que em alguns estudos demonstrou efeito neutro ou até levemente favorável sobre a função erétil.
Os antidepressivos e remédios psiquiátricos provocam disfunção erétil?
Sim, e esse é um dos grupos de medicamentos que mais geram dúvidas nos pacientes. Existe um paradoxo interessante aqui: a depressão em si é um fator de risco para a disfunção erétil, mas os medicamentos usados para tratar a depressão também podem causá-la ou piorá-la. O paciente muitas vezes não sabe para qual lado olhar.
Inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS)
Os ISRS são os antidepressivos mais utilizados no mundo e estão entre os medicamentos que mais frequentemente provocam disfunção erétil. Medicamentos como fluoxetina, sertralina, paroxetina, escitalopram e citalopram podem causar disfunção erétil, dificuldade para ejacular, anorgasmia e redução do desejo sexual.
O mecanismo pelo qual isso acontece envolve o aumento da serotonina, que inibe as vias dopaminérgicas relacionadas ao prazer e à excitação sexual. A paroxetina é considerada o ISRS com maior impacto negativo sobre a função sexual. A fluoxetina e a sertralina têm perfis intermediários. O escitalopram tende a ser um pouco melhor tolerado, mas todos podem causar algum grau de comprometimento sexual.
Inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN)
A venlafaxina e a desvenlafaxina também estão associadas a efeitos sexuais indesejados, embora em menor intensidade do que alguns ISRS. A duloxetina, outro IRSN, também pode provocar disfunção erétil e dificuldade ejaculatória.
Antidepressivos tricíclicos
Os antidepressivos tricíclicos mais antigos, como a amitriptilina e a imipramina, têm efeito anticolinérgico e alfa-bloqueador que pode comprometer tanto a ereção quanto a ejaculação. Os médicos os utilizam menos atualmente, mas ainda os prescrevem em algumas situações clínicas.
Antipsicóticos
Os antipsicóticos, especialmente aqueles que elevam os níveis de prolactina, como a risperidona, a haloperidol e a clorpromazina, podem provocar disfunção erétil por meio de dois mecanismos: o aumento da prolactina, que suprime a produção de testosterona, e o bloqueio dopaminérgico, que reduz o desejo sexual. O aumento da prolactina é uma causa hormonal que precisa ser investigada no laboratório quando o paciente usa esse tipo de medicação.
Os medicamentos para próstata podem causar disfunção erétil?
Essa é uma pergunta muito comum no consultório, especialmente entre pacientes com hiperplasia prostática benigna. A resposta é que depende da classe do medicamento.
Inibidores da 5-alfa-redutase
Os inibidores da 5-alfa-redutase, como a finasterida e a dutasterida, são utilizados para reduzir o volume da próstata e tratar a alopecia androgenética. Eles atuam bloqueando a conversão da testosterona em di-hidrotestosterona (DHT).
O problema é que a DHT é um hormônio importante para a função erétil e para a libido, e sua redução pode provocar disfunção erétil, redução do desejo sexual e alterações na ejaculação em uma parcela dos pacientes.
Em alguns casos, esses efeitos persistem mesmo após a interrupção do medicamento, uma condição que a literatura chama de síndrome pós-finasterida.
Antiandrogênios
Os antiandrogênios, que os médicos usam no tratamento do câncer de próstata, como a bicalutamida e a flutamida, bloqueiam a ação da testosterona nos tecidos. Eles causam uma redução marcante do desejo sexual e da função erétil.
Os análogos do LHRH, como a leuprolida e a goserelina, que também atuam no tratamento do câncer de próstata, suprimem a produção de testosterona e têm um impacto direto e significativo sobre a função erétil.
Nesses pacientes, a disfunção erétil é um efeito esperado do tratamento oncológico, e o manejo é feito de forma individualizada, frequentemente com o uso de injeções intracavernosas ou com a indicação de prótese peniana, dependendo da situação clínica.
Outros medicamentos que provocam disfunção erétil: quais são?
Além das classes já mencionadas, outros medicamentos também merecem atenção.
Estatinas e fibratos
Embora a evidência seja menos consistente do que para outras classes, alguns estudos apontam para uma possível relação entre o uso de estatinas e a redução nos níveis de testosterona, o que poderia contribuir para a disfunção erétil em uma parcela dos pacientes. Os fibratos, utilizados para reduzir os triglicerídeos, também têm sido associados a alterações hormonais.
Cimetidina e outros antiulcerosos
A cimetidina, um antiulceroso mais antigo, tem efeito antiandrogênico que pode reduzir a libido e provocar disfunção erétil, além de ginecomastia. Os inibidores de bomba de prótons, muito mais utilizados atualmente, têm um perfil mais seguro do ponto de vista sexual.
Opioides
O uso crônico de opioides, incluindo a morfina, o tramadol e outros analgésicos opioides, é uma causa importante e frequentemente negligenciada de disfunção erétil. Os opioides suprimem o eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, reduzindo a produção de testosterona e causando hipogonadismo secundário. Pacientes em uso crônico de opioides frequentemente apresentam testosterona baixa, redução da libido e disfunção erétil.
Medicamentos para queda de cabelo de uso tópico ou oral
A minoxidil oral em doses mais elevadas pode ter efeitos sobre a pressão arterial que, indiretamente, podem influenciar a função erétil. A finasterida oral para alopecia, como mencionado anteriormente, também precisa de atenção.
Digoxina
A digoxina, utilizada no tratamento de algumas arritmias cardíacas e insuficiência cardíaca, tem efeito estrogênico e pode reduzir os níveis de testosterona, contribuindo para a disfunção erétil.
Como identificar se a disfunção erétil é causada por um medicamento?
É fundamental fazer uma correlação temporal: a disfunção erétil teve início próximo ao momento em que o paciente começou a usar determinado medicamento? Houve mudança de dose? Houve introdução de um novo medicamento?
Essa correlação, junto com os exames hormonais e, quando necessário, o Doppler peniano com farmacoereção, permite ao médico identificar se existe uma relação de causa e efeito entre o medicamento e a disfunção erétil.
É importante que o paciente leve ao consultório a lista completa de todos os medicamentos que utiliza, incluindo suplementos e vitaminas.
Outro ponto relevante é que o simples fato de um medicamento estar na lista dos que podem causar disfunção erétil não significa que ele seja, obrigatoriamente, a causa no caso específico daquele paciente.
O que ocorre quando um medicamento está causando disfunção erétil?
A primeira conduta é sempre conversar com o médico que prescreveu o medicamento para avaliar a possibilidade de substituição por uma alternativa com menor impacto sobre a função sexual. Isso é possível em muitos casos, especialmente no contexto da hipertensão arterial, onde existem várias classes disponíveis.
No entanto, em algumas situações, a substituição não é viável por razões clínicas. Nesses casos, o tratamento da disfunção erétil é conduzido em paralelo ao tratamento da doença de base.
Medicamentos orais
A primeira linha medicamentosa para a disfunção erétil são os inibidores da fosfodiesterase tipo 5, como a sildenafila e a tadalafila. Eles são “facilitadores de ereção”.
Eles não criam a ereção por conta própria, mas melhoram o fluxo sanguíneo quando há estímulo sexual. Em pacientes que usam medicamentos anti-hipertensivos, o médico precisa fazer a prescrição com cuidado, pois pode haver potencialização do efeito hipotensor.
Por isso, o uso deve ser orientado pelo médico.
Injeções intracavernosas
Quando os medicamentos orais não são suficientes, têm contraindicações ou não funcionam adequadamente, a injeção intracavernosa é a segunda linha de tratamento.
O paciente aplica a injeção diretamente no corpo cavernoso do pênis e ela age localmente, gerando uma ereção em 10 a 15 minutos com rigidez ampla e persistente.
Para pacientes que usam medicamentos que comprometem o fluxo sanguíneo ou a resposta neurogênica, essa pode ser uma opção bastante eficaz.
Implante de prótese peniana
Para os casos em que as outras abordagens falham, ou para o paciente que busca uma solução definitiva, o implante de prótese peniana é o tratamento de terceira linha.
É um procedimento cirúrgico minimamente invasivo, com taxa de sucesso superior a 90% quando o médico o indica corretamente.
A prótese não cura a disfunção erétil, mas restaura a capacidade de ter uma ereção de forma confiável e segura.
Atualmente, existem dois modelos principais: a prótese semirrígida, que mantém o pênis em rigidez constante mas pode ser posicionada, e a prótese inflável, que permite ao paciente controlar quando quer ter ou não a ereção, proporcionando um resultado mais próximo do fisiológico.
Mudanças no estilo de vida podem ajudar quando os medicamentos provocam disfunção erétil?
As mudanças de hábitos de vida são a primeira linha de tratamento para a disfunção erétil, independentemente da causa. Perda de peso, alimentação saudável, prática regular de exercícios físicos, melhora do sono e redução do estresse são medidas que impactam diretamente a função erétil.
Em pacientes que usam medicamentos para hipertensão, diabetes ou dislipidemia, o controle dessas doenças de base por meio de mudanças no estilo de vida pode, eventualmente, reduzir a necessidade dos próprios medicamentos ou permitir doses menores, o que pode beneficiar a função erétil.
O que eu recomendo para quem suspeita que um medicamento está afetando sua ereção?
A minha recomendação é que você não interrompa nenhum medicamento por conta própria, isso é muito importante. A suspensão abrupta de anti-hipertensivos, antidepressivos ou outros medicamentos pode trazer riscos sérios à saúde.
O caminho correto é procurar um médico urologista e andrologista para que o médico investigue de forma adequada, correlacionando todos os fatores, e para que o tratamento seja individualizado para a sua situação.
Quando a causa da disfunção é um medicamento, há caminhos para contornar esse problema, seja com a substituição do medicamento, seja com o tratamento específico da disfunção erétil.
Referências
- Ferrario CM, Levy P. Sexual dysfunction in patients with hypertension: implications for therapy. Journal of Clinical Hypertension. 2002;4(6):424-432. Disponível em: https://doi.org/10.1111/j.1524-6175.2002.01731.x
- Rosen RC, Kostis JB. Overview of phosphodiesterase 5 inhibition in erectile dysfunction. The American Journal of Cardiology. 2003;92(9):9-18. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.amjcard.2003.08.005
- Montague DK, Jarow JP, Broderick GA, et al. Chapter 1: The management of erectile dysfunction: an AUA update. Journal of Urology. 2005;174(1):230-239. Disponível em: https://doi.org/10.1097/01.ju.0000164463.19239.19
- Serretti A, Chiesa A. Sexual side effects of pharmacological treatment of psychiatric diseases. Clinical Pharmacology and Therapeutics. 2011;89(1):142-147. Disponível em: https://doi.org/10.1038/clpt.2010.300
As informações deste artigo têm caráter exclusivamente educativo e informativo. Elas não substituem a consulta médica, o diagnóstico ou a prescrição de um profissional de saúde habilitado. Procure sempre um médico urologista para avaliação individualizada do seu caso.
Autor

Dr. Tiago Mierzwa é urologista e andrologista em Curitiba, referência nacional em medicina sexual masculina, andrologia e cirurgias urológicas de alta complexidade. Sua atuação abrange o tratamento da disfunção erétil, implante de prótese peniana inflável e maleável, doença de Peyronie (curvatura peniana), varicocele, infertilidade masculina, vasectomia sem cortes, reversão de vasectomia microcirúrgica, postectomia com grampeador, engrossamento peniano com ácido hialurônico (Urofill), reabilitação sexual pós-câncer de próstata e reposição de testosterona.
Em 2025, tornou-se o 1º Centro de Excelência em Prótese Peniana Inflável Coloplast do Sul do Brasil e o 3º do país — certificação concedida a cirurgiões com alto volume cirúrgico, resultados clínicos consistentes e aderência a rigorosos padrões técnicos e científicos. Em 2024, recebeu o Prêmio Urofill Master Sculptor pela excelência na técnica de engrossamento peniano, sendo também Urofill Local Trainer, chancelado pelo Dr. Paul Perito, criador da técnica.
Graduado pela Faculdade Assis Gurgacz (FAG), realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Universitário do Oeste do Paraná e residência em Urologia no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. Aprofundou sua formação em Andrologia no Projeto ALFA, em São Paulo, e realizou Observership em Medicina Sexual na Rush University, em Chicago (EUA), onde aprimorou técnicas minimamente invasivas para implante de prótese peniana e tratamento da disfunção erétil. É Mestre em Clínica Cirúrgica pela UFPR. Mantém atualização contínua com treinamentos em Londres, Istambul, Barcelona, Minneapolis, Miami, Las Vegas, Bogotá e São Paulo.
Coordena cursos de formação de urologistas em implante de prótese peniana inflável e atua como organizador de eventos científicos em andrologia no Brasil e no exterior.
É Chefe do Serviço de Andrologia do Hospital Universitário Cajuru (HUC/PUC-PR) e do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG), além de Preceptor da Residência de Urologia nessas instituições. Atende em Curitiba nos hospitais Nossa Senhora das Graças, Vita Curitiba, Marcelino Champagnat, Santa Cruz (Rede D'Or) e Universitário Cajuru, e integra a equipe da Androlab — Clínica da Fertilidade.
Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e do Comitê de Relações Exteriores da SBU. Integra ainda a American Urological Association (AUA), Sociedade Europeia de Urologia (EAU), Society of Urologic Prosthetic Surgeons (SUPS), Sociedade Internacional de Medicina Sexual (ISSM), Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual (ABEMSS), Confederación Americana de Urología (CAU) e Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.
CRM-PR 32299 | RQE 24845



