Fatores psicológicos e disfunção erétil: impactos na saúde sexual

A ansiedade e a depressão são transtornos mentais muito comuns no Brasil. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com a maior taxa de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão. A disfunção erétil (DE), por exemplo, é um problema que afeta muitos homens em todo o mundo, e pode ter como causa vários fatores, incluindo fatores psicológicos, como a ansiedade e depressão.

Continue a leitura para entender como os fatores psicológicos podem contribuir para a disfunção erétil e o que pode ser feito para ajudar a superar esse problema.

O que é disfunção erétil?

A Disfunção Erétil consiste na incapacidade de obter ou manter uma ereção suficiente para a relação sexual satisfatória. Embora esse problema possa resultar de condições físicas, como diabetes, doenças cardíacas e doenças do sistema nervoso, fatores psicológicos também podem desempenhar um papel importante.

Dr. Tiago

Mierzwa

– Mestre em Clínica Cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná

– Coordenador dos Serviços de Andrologia do Hospital Nossa Senhora das Graças e Hospital Universitário Cajuru

– Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia

– Membro da Sociedade Brasileira de Urologia/ American Urological Association/ International Society for Sexual Medicine/ Sociedade LatinoAmericana de Medicina Sexual

– ABEMSS/ Confederación Americana de Urologia/ Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida

Fatores psicológicos como causas da disfunção erétil

A ansiedade pode resultar de vários fatores, como estresse no trabalho, problemas de relacionamento, problemas financeiros e problemas de saúde. Esse problema é uma das principais causas psicológicas da disfunção erétil, pois pode levar a uma resposta de luta ou fuga no corpo, o que afeta negativamente a capacidade do homem obter e manter uma ereção.

A depressão também pode ser uma causa importante de disfunção erétil, pois pode afetar a autoestima, a autoconfiança e a libido de um homem. Esse problema psicológico também pode afetar a resposta sexual do corpo, o que torna mais difícil obter e manter uma ereção.

Outros fatores psicológicos que podem contribuir para a disfunção erétil incluem problemas de imagem corporal, trauma sexual, abuso de substâncias e problemas de comunicação. Todos eles afetam negativamente a autoestima, a autoconfiança e a libido de um homem.

O que fazer para tratar a disfunção erétil nesses casos?

Existem muitas coisas que podem ser feitas para ajudar a superar a disfunção erétil por fatores psicológicos. O primeiro passo é conversar com um médico para determinar a causa dessa disfunção. Se a causa for psicológica, ele pode encaminhar o paciente para um psicólogo ou terapeuta sexual. Isso porque a terapia pode ajudar o paciente a identificar e tratar os fatores psicológicos que estão contribuindo para a disfunção erétil.

Além da terapia, existem outras opções de tratamento para esse problema causado por fatores psicológicos. Eles incluem medicamentos para ansiedade e depressão, dispositivos de vácuo e terapia de ondas de choque. Porém, para isso, é preciso buscar a orientação de um médico especialista, pois somente ele pode ajudar a determinar qual opção de tratamento é melhor para cada paciente.

Ou seja, se um homem está lutando contra a disfunção erétil, é importante conversar com um médico para determinar a causa exata. A terapia pode ser uma opção eficaz para ajudar a tratar a DE causada por fatores psicológicos, e vale lembrar que há também outras opções de tratamento disponíveis. Com a ajuda certa, muitos homens podem superar a DE e desfrutar de uma vida sexual satisfatória.

Autor

  • Dr. Tiago Mierzwa é urologista e andrologista em Curitiba, referência nacional em medicina sexual masculina, andrologia e cirurgias urológicas de alta complexidade. Sua atuação abrange o tratamento da disfunção erétil, implante de prótese peniana inflável e maleável, doença de Peyronie (curvatura peniana), varicocele, infertilidade masculina, vasectomia sem cortes, reversão de vasectomia microcirúrgica, postectomia com grampeador, engrossamento peniano com ácido hialurônico (Urofill), reabilitação sexual pós-câncer de próstata e reposição de testosterona.

    Em 2025, tornou-se o 1º Centro de Excelência em Prótese Peniana Inflável Coloplast do Sul do Brasil e o 3º do país — certificação concedida a cirurgiões com alto volume cirúrgico, resultados clínicos consistentes e aderência a rigorosos padrões técnicos e científicos. Em 2024, recebeu o Prêmio Urofill Master Sculptor pela excelência na técnica de engrossamento peniano, sendo também Urofill Local Trainer, chancelado pelo Dr. Paul Perito, criador da técnica.

    Graduado pela Faculdade Assis Gurgacz (FAG), realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Universitário do Oeste do Paraná e residência em Urologia no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. Aprofundou sua formação em Andrologia no Projeto ALFA, em São Paulo, e realizou Observership em Medicina Sexual na Rush University, em Chicago (EUA), onde aprimorou técnicas minimamente invasivas para implante de prótese peniana e tratamento da disfunção erétil. É Mestre em Clínica Cirúrgica pela UFPR. Mantém atualização contínua com treinamentos em Londres, Istambul, Barcelona, Minneapolis, Miami, Las Vegas, Bogotá e São Paulo.

    Coordena cursos de formação de urologistas em implante de prótese peniana inflável e atua como organizador de eventos científicos em andrologia no Brasil e no exterior.

    É Chefe do Serviço de Andrologia do Hospital Universitário Cajuru (HUC/PUC-PR) e do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG), além de Preceptor da Residência de Urologia nessas instituições. Atende em Curitiba nos hospitais Nossa Senhora das Graças, Vita Curitiba, Marcelino Champagnat, Santa Cruz (Rede D'Or) e Universitário Cajuru, e integra a equipe da Androlab — Clínica da Fertilidade.

    Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e do Comitê de Relações Exteriores da SBU. Integra ainda a American Urological Association (AUA), Sociedade Europeia de Urologia (EAU), Society of Urologic Prosthetic Surgeons (SUPS), Sociedade Internacional de Medicina Sexual (ISSM), Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual (ABEMSS), Confederación Americana de Urología (CAU) e Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.

    CRM-PR 32299 | RQE 24845

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