Em alguns casos de disfunção erétil ligada à circulação, o tratamento com ondas de choque pode fazer parte do plano terapêutico. O procedimento também pode ser considerado para o controle da dor durante a fase ativa da Doença de Peyronie.
Antes de indicar as sessões, é importante investigar a causa dos sintomas, revisar os tratamentos já realizados e entender a expectativa do paciente. A partir dessas informações, é possível avaliar se o tratamento com ondas de choque tem espaço no plano e explicar quais resultados podem ser esperados.
As avaliações abaixo mostram como os pacientes perceberam a consulta, a explicação das opções de tratamento e o cuidado com a privacidade.
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Heloisa Neves SouzaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento, tanto da equipe como do Dr.TiagoPublicado em Google![]()
Claudio JordyTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Tive a melhor experiência possível , Um Profissional humanizado e tira todas as nossas dúvida, além de passar muita tranquilidade , pra nós que vamos ser operados .Publicado em Google![]()
LEANDRO SANTOSTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Sensacional, muito bem acolhido e cuidado por toda esquipe do Dr. Thiago e em especial por ele que realizou o procedimento de forma perfeita e cirúrgica.Publicado em Google![]()
Rafaela BittencourtTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
⭐⭐⭐⭐⭐ Nossa experiência com o Dr. Thiago César foi excelente do início ao fim. Desde a primeira consulta, passando pelo procedimento cirúrgico do meu marido, pelo pós-operatório e pelo retorno, fomos muito bem atendidos e orientados. Além de extremamente competente, é um médico atencioso, humano e acessível, que conversa de uma forma simples, fala a nossa linguagem e tem o cuidado de explicar tudo com clareza, sem deixar dúvidas. Isso nos trouxe muita segurança durante todo o processo. A cirurgia e o pós-operatório foram excelentes e só temos elogios e gratidão pelo trabalho realizado. Sem dúvida, não poderíamos ter escolhido urologista melhor para cuidar do meu marido. Recomendamos de olhos fechados! Cinco estrelas são mais do que merecidas!Publicado em Google![]()
Eliana MariaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente profissional!Publicado em Google![]()
Gabriel Felipe dos SantosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Muito Bom atendimento, excelente profissional recomendo...
O tratamento com ondas de choque é um procedimento que pode ser realizado no consultório. Durante a sessão, o equipamento produz ondas acústicas e direciona energia mecânica para a área definida de acordo com o diagnóstico e o protocolo. Portanto, não há aplicação de corrente elétrica.
No consultório, o tratamento com ondas de choque é realizado com o PiezoWave² (PW2), da Richard Wolf. O equipamento oferece fontes terapêuticas com foco pontual, linear ou planar.
A fonte, a profundidade e a intensidade são definidas de forma individualizada, conforme a condição tratada e o objetivo terapêutico.
Nos casos de disfunção erétil, as ondas de choque de baixa intensidade são estudadas por seu efeito sobre a circulação do tecido peniano. De acordo com as diretrizes, o benefício tende a ser discreto e a resposta varia conforme a causa, a gravidade do quadro e as condições de saúde do paciente.
O tratamento com ondas de choque não exige cortes nem internação. Em geral, a sessão também dispensa anestesia. O número de sessões, o intervalo entre elas e o acompanhamento são definidos após a avaliação médica.
As diretrizes dão maior apoio ao tratamento com ondas de choque em homens com disfunção erétil de origem vascular, especialmente nos quadros leves. O tratamento também pode ser discutido em situações de pouca resposta aos medicamentos orais ou quando se busca uma opção não cirúrgica, desde que exista indicação adequada.
Nesses casos, o objetivo é favorecer a função erétil. A resposta, quando ocorre, tende a aparecer de forma gradual e varia de pessoa para pessoa. Diabetes, hipertensão, alterações do colesterol, tabagismo, obesidade, idade e gravidade da disfunção erétil podem interferir no resultado.
Por isso, o tratamento com ondas de choque não deve ser analisado de forma isolada. O controle das condições associadas continua fazendo parte do plano e, quando indicado, as sessões podem ser combinadas com mudanças de hábitos e medicamentos.
Quando necessário, o exame físico permite avaliar placas, curvatura e outras alterações relevantes. Exames de sangue também podem ser solicitados para investigar fatores como glicemia, colesterol e hormônios.
Em alguns casos, o Doppler peniano com fármaco-indução pode ser indicado para analisar a entrada e a saída de sangue no pênis. Esse exame ajuda a confirmar a participação da circulação no problema e contribui para uma escolha mais precisa do tratamento.
Quando necessário, o exame físico permite avaliar placas, curvatura e outras alterações relevantes. Exames de sangue também podem ser solicitados para investigar fatores como glicemia, colesterol e hormônios.
Em alguns casos, o Doppler peniano com fármaco-indução pode ser indicado para analisar a entrada e a saída de sangue no pênis. Esse exame ajuda a confirmar a participação da circulação no problema e contribui para uma escolha mais precisa do tratamento.
Após o protocolo, a resposta ao tratamento é acompanhada ao longo das semanas e dos primeiros meses. É importante entender que as ondas de choque não provocam uma ereção durante a aplicação e não oferecem garantia de resultado.
Na Doença de Peyronie, o acompanhamento considera principalmente a dor e a fase da doença. A placa e a curvatura são avaliadas separadamente e podem exigir outras estratégias. Quando a resposta fica abaixo do esperado, outras opções de tratamento devem ser discutidas.
O Dr. Tiago Mierzwa é urologista e andrologista com atuação em medicina sexual e fertilidade masculina em Curitiba. Realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Universitário do Oeste do Paraná e residência em Urologia no Hospital Nossa Senhora das Graças.
Após as residências, concluiu treinamento em Andrologia no Projeto ALFA, em São Paulo. Também acompanhou o serviço de Medicina Sexual da Rush University, em Chicago, e participou de treinamentos no Brasil e no exterior.
Atualmente, coordena os Serviços de Andrologia do Hospital Nossa Senhora das Graças e do Hospital Universitário Cajuru. A abordagem da consulta é baseada em entender o problema, explicar o diagnóstico, discutir opções, riscos, benefícios e expectativas de resultado e, a partir disso, individualizar o plano terapêutico.
Esse reconhecimento foi concedido no final de 2025 e posiciona o Dr. Tiago Mierzwa em um seleto grupo de profissionais no Brasil a alcançar esse nível de certificação.
É que o título de Centro de Excelência em Prótese Peniana Inflável indica que a prática médica segue critérios rigorosos de qualidade, segurança e previsibilidade, oferecendo aos pacientes maior confiança na escolha do tratamento e do profissional responsável pelo procedimento.
Isso ocorre porque a Coloplast é uma empresa global de tecnologia médica, reconhecida pelo desenvolvimento de soluções inovadoras e pela colaboração com profissionais de saúde em diferentes áreas da medicina. Desta maneira, o prêmio Centro de Excelência Coloplast é concedido a médicos que demonstram experiência comprovada, resultados clínicos consistentes e compromisso contínuo com elevados padrões técnicos, científicos e assistenciais.
Não. O equipamento produz ondas acústicas e entrega energia mecânica ao tecido. Apesar do nome, o tratamento com ondas de choque não aplica corrente elétrica ao pênis.
A tolerância varia de pessoa para pessoa. Durante a sessão, pode haver sensação de impacto, pressão ou desconforto. Quando necessário, a intensidade pode ser ajustada de acordo com o protocolo e a tolerância do paciente.
Em geral, o tratamento com ondas de choque é realizado no consultório, sem cortes, internação ou anestesia. Antes do início do protocolo, a avaliação médica verifica se existe alguma condição que exija cuidado adicional.
O número de sessões depende do diagnóstico, do objetivo terapêutico e do protocolo utilizado. Por isso, a programação é definida depois da consulta e pode ser ajustada durante o acompanhamento.
A resposta tende a ser gradual. Quando há benefício, a evolução é acompanhada durante as semanas e os primeiros meses após o protocolo de tratamento com ondas de choque.
Não. As diretrizes dão maior apoio ao tratamento com ondas de choque nos casos leves de disfunção erétil de origem vascular. Causas hormonais, neurológicas, emocionais ou quadros avançados podem exigir outra estratégia.
Em alguns casos, o tratamento com ondas de choque pode ser combinado com medicamentos. A dose não deve ser alterada nem suspensa sem orientação médica.
As diretrizes não recomendam o procedimento com o objetivo de reduzir a placa ou corrigir a curvatura. Na fase ativa da Doença de Peyronie, porém, o tratamento com ondas de choque pode ser considerado para o controle da dor.
Como não há cortes, muitos pacientes retomam a rotina no mesmo dia. As orientações sobre exercício e atividade sexual dependem da sensibilidade, do quadro clínico e do plano definido para cada caso.
A área tratada pode apresentar desconforto, sensibilidade, vermelhidão ou pequeno hematoma. Em geral, esses efeitos são transitórios. Sintomas fora do esperado devem ser comunicados à equipe médica.
O uso de anticoagulantes, assim como alterações da coagulação, infecção ou lesão na área, deve ser informado antes do procedimento. A decisão depende do medicamento, da dose e das condições de saúde de cada paciente.
Não. A resposta ao tratamento com ondas de choque varia conforme a causa, a gravidade do quadro e as condições de saúde. A seleção adequada do caso e o acompanhamento permitem avaliar se o protocolo deve ser mantido, ajustado ou substituído por outra estratégia.
Dificuldade frequente para obter ou manter a ereção, pouca resposta aos medicamentos ou dor relacionada à fase ativa da Doença de Peyronie exigem, primeiro, a investigação da causa e da fase do problema.
Na consulta, é avaliado se o tratamento com ondas de choque tem espaço no plano terapêutico. Quando outra abordagem oferece maior possibilidade de benefício, as alternativas são apresentadas e discutidas de acordo com o diagnóstico e as características de cada caso.
AVISO: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui consulta, exame físico ou diagnóstico médico. Indicação, protocolo, benefícios e riscos variam conforme cada paciente.