Sintomas e Causas da Doença de Peyronie

Banana curvada para ilustrar sintomas da doença de Peyronie

Você sabia que muitos homens sofrem em silêncio com a doença de Peyronie, muitas vezes sem saber exatamente o que está causando seu desconforto? Entender os sintomas e as causas da doença de Peyronie não apenas esclarece dúvidas, mas também abre caminho para buscar ajuda adequada. Afinal, saber identificar os primeiros sinais pode ser essencial para o tratamento eficaz e a melhoria da qualidade de vida. Portanto, continue conosco para descobrir como identificar, entender e buscar o melhor caminho para o alívio dessa situação complexa.

Sintomas da doença de Peyronie

A doença de Peyronie pode ser um tema delicado, mas entender seus sinais é fundamental. A curvatura peniana anormal é um dos sintomas mais visíveis e muitas vezes o primeiro a ser notado. Mas não é apenas uma leve curva; estamos falando de uma alteração significativa que pode trazer desconforto ou dor durante as relações sexuais. E aí, você já começa a perceber que algo não está certo.

Além da curvatura, outros sintomas da doença de Peyronie merecem atenção, tais como placas ou nódulos palpáveis no tecido do pênis, por exemplo, que são sinais alarmantes. Imagine sentir pequenos caroços ao toque; isso é um indicador claro de que é hora de buscar ajuda médica. E a dor? Ela pode aparecer tanto com o órgão em estado flácido quanto ereto, variando de leve a intensa, afetando não apenas o bem-estar físico, mas também o emocional.

Mas não para por aí: a disfunção erétil também pode ser uma companheira indesejada dessa condição. Homens com Peyronie muitas vezes enfrentam dificuldades em manter uma ereção, o que impacta diretamente a vida sexual e autoestima.

Identificar esses sintomas cedo pode fazer toda a diferença na busca por tratamento adequado e recuperação da qualidade de vida. Portanto, se você ou alguém próximo apresenta esses sinais, buscar orientação médica é o próximo passo.

Dr. Tiago

Mierzwa

– Mestre em Clínica Cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná

– Coordenador dos Serviços de Andrologia do Hospital Nossa Senhora das Graças e Hospital Universitário Cajuru

– Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia

– Membro da Sociedade Brasileira de Urologia/ American Urological Association/ International Society for Sexual Medicine/ Sociedade LatinoAmericana de Medicina Sexual

– ABEMSS/ Confederación Americana de Urologia/ Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida

E as causas?

Estudos apontam que lesões no tecido peniano, muitas vezes decorrentes de atividades sexuais vigorosas ou acidentes, são os principais gatilhos para o desenvolvimento da doença de Peyronie.

Fatores genéticos também desempenham um papel significativo. Homens com histórico familiar da doença têm maior probabilidade de desenvolvê-la. Além disso, a idade avançada aumenta o risco, já que o tecido do pênis perde elasticidade ao longo dos anos. A inflamação, um processo natural do corpo em resposta a lesões, pode acabar provocando o desenvolvimento de tecido fibroso, levando à curvatura característica da doença.

Por fim, é importante mencionar que certas condições de saúde podem contribuir para o surgimento da doença de Peyronie. Diabetes, hipertensão e alguns distúrbios autoimunes são conhecidos por afetar a saúde vascular e tecidual, podendo acelerar o processo que leva à formação de placas fibrosas no pênis.

Contudo, quero lembrá-lo de que quanto mais cedo for feita a intervenção, melhores serão as chances de melhoria significativa. Portanto, não perca mais tempo vivendo com dúvidas ou desconforto. Entre em contato com o Instituto de Andrologia Curitiba e agende sua consulta! Assim você poderá conhecer ainda mais os sintomas e causas da doença de Peyronie para encontrar o tratamento mais adequado.

 

Autor

  • Dr. Tiago Mierzwa é urologista e andrologista em Curitiba, referência nacional em medicina sexual masculina, andrologia e cirurgias urológicas de alta complexidade. Sua atuação abrange o tratamento da disfunção erétil, implante de prótese peniana inflável e maleável, doença de Peyronie (curvatura peniana), varicocele, infertilidade masculina, vasectomia sem cortes, reversão de vasectomia microcirúrgica, postectomia com grampeador, engrossamento peniano com ácido hialurônico (Urofill), reabilitação sexual pós-câncer de próstata e reposição de testosterona.

    Em 2025, tornou-se o 1º Centro de Excelência em Prótese Peniana Inflável Coloplast do Sul do Brasil e o 3º do país — certificação concedida a cirurgiões com alto volume cirúrgico, resultados clínicos consistentes e aderência a rigorosos padrões técnicos e científicos. Em 2024, recebeu o Prêmio Urofill Master Sculptor pela excelência na técnica de engrossamento peniano, sendo também Urofill Local Trainer, chancelado pelo Dr. Paul Perito, criador da técnica.

    Graduado pela Faculdade Assis Gurgacz (FAG), realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Universitário do Oeste do Paraná e residência em Urologia no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. Aprofundou sua formação em Andrologia no Projeto ALFA, em São Paulo, e realizou Observership em Medicina Sexual na Rush University, em Chicago (EUA), onde aprimorou técnicas minimamente invasivas para implante de prótese peniana e tratamento da disfunção erétil. É Mestre em Clínica Cirúrgica pela UFPR. Mantém atualização contínua com treinamentos em Londres, Istambul, Barcelona, Minneapolis, Miami, Las Vegas, Bogotá e São Paulo.

    Coordena cursos de formação de urologistas em implante de prótese peniana inflável e atua como organizador de eventos científicos em andrologia no Brasil e no exterior.

    É Chefe do Serviço de Andrologia do Hospital Universitário Cajuru (HUC/PUC-PR) e do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG), além de Preceptor da Residência de Urologia nessas instituições. Atende em Curitiba nos hospitais Nossa Senhora das Graças, Vita Curitiba, Marcelino Champagnat, Santa Cruz (Rede D'Or) e Universitário Cajuru, e integra a equipe da Androlab — Clínica da Fertilidade.

    Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e do Comitê de Relações Exteriores da SBU. Integra ainda a American Urological Association (AUA), Sociedade Europeia de Urologia (EAU), Society of Urologic Prosthetic Surgeons (SUPS), Sociedade Internacional de Medicina Sexual (ISSM), Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual (ABEMSS), Confederación Americana de Urología (CAU) e Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.

    CRM-PR 32299 | RQE 24845

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