Os sintomas da doença de Peyronie podem ser desafiadores e impactar significativamente a qualidade de vida. Mas e se eu lhe dissesse que a cirurgia para a doença de Peyronie pode ser a solução que você está procurando? Imagine poder recuperar a função sexual e melhorar sua autoestima com um procedimento cirúrgico seguro e eficaz. Neste blog, vamos explorar em detalhes o que esperar de uma cirurgia para a doença de Peyronie, desde os benefícios até os possíveis resultados. Acompanhe!
Cirurgia para a doença de Peyronie: o que esperar?
Se você está considerando a cirurgia para tratar a doença de Peyronie, é fundamental entender o que esperar deste procedimento.
Pré-operatório
Antes da cirurgia para a doença de Peyronie, o paciente passará por uma série de exames médicos para avaliar sua condição de saúde geral e a gravidade da curvatura peniana. O médico irá explicar detalhadamente o procedimento cirúrgico, os possíveis riscos associados e as expectativas realistas em relação aos resultados. Aliás, é essencial seguir todas as orientações pré-operatórias, como jejum, suspensão de certos medicamentos e cuidados com a higiene íntima.
Cirurgia
Durante a cirurgia para a doença de Peyronie, o cirurgião pode optar por diferentes técnicas, como incisões no tecido peniano para remover as placas fibrosas, enxertos de pele ou tecido extracorporal para corrigir a curvatura ou até mesmo a colocação de próteses penianas. O procedimento é realizado sob anestesia geral e requer um período de internação hospitalar, que pode variar de acordo com a complexidade da cirurgia.
Pós-operatório
Após a cirurgia, o paciente precisará seguir à risca as recomendações médicas para uma recuperação adequada. Isso inclui repouso absoluto, uso de medicamentos prescritos, curativos adequados, cuidados com a higiene e retorno às atividades normais de forma gradual. Além disso, é fundamental comparecer às consultas de acompanhamento para avaliar a evolução do pós-operatório e esclarecer quaisquer dúvidas que possam surgir. A recuperação completa pode levar de algumas semanas a meses, durante as quais o paciente deve manter uma comunicação aberta e franca com a equipe médica para garantir os melhores resultados possíveis.
Dr. Tiago
Mierzwa


– Mestre em Clínica Cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná
– Coordenador dos Serviços de Andrologia do Hospital Nossa Senhora das Graças e Hospital Universitário Cajuru
– Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia
– Membro da Sociedade Brasileira de Urologia/ American Urological Association/ International Society for Sexual Medicine/ Sociedade LatinoAmericana de Medicina Sexual
– ABEMSS/ Confederación Americana de Urologia/ Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
Quando a cirurgia é a melhor opção?
Quando a condição da doença de Peyronie começa a afetar significativamente a qualidade de vida de um homem, recomenda-se a cirurgia para corrigir a curvatura do pênis. Aliás, considera-se a intervenção cirúrgica geralmente quando outros tratamentos menos invasivos não foram eficazes em melhorar os sintomas ou quando a curvatura peniana interfere na capacidade de ter relações sexuais satisfatórias.
Existem diferentes tipos de procedimentos cirúrgicos disponíveis para tratar a doença de Peyronie. Mas o mais adequado dependerá da gravidade da curvatura e dos sintomas apresentados pelo paciente. Em alguns casos, a cirurgia pode envolver a remoção do tecido cicatricial que causa a curvatura ou o encurtamento do pênis, enquanto em outros casos pode ser necessário o uso de enxertos ou próteses penianas para corrigir a deformidade.
É importante ressaltar que a decisão de se submeter à cirurgia para a doença de Peyronie deve ser sempre discutida em detalhes com um médico especializado, considerando os riscos, benefícios e expectativas do procedimento. Portanto, se você deseja se ver livre dos sintomas incômodos da doença de Peyronie, agende sua consulta! Nós do Instituto de Andrologia Curitiba estamos ansiosos para ajudá-lo.
Autor

Dr. Tiago Mierzwa é urologista e andrologista em Curitiba, referência nacional em medicina sexual masculina, andrologia e cirurgias urológicas de alta complexidade. Sua atuação abrange o tratamento da disfunção erétil, implante de prótese peniana inflável e maleável, doença de Peyronie (curvatura peniana), varicocele, infertilidade masculina, vasectomia sem cortes, reversão de vasectomia microcirúrgica, postectomia com grampeador, engrossamento peniano com ácido hialurônico (Urofill), reabilitação sexual pós-câncer de próstata e reposição de testosterona.
Em 2025, tornou-se o 1º Centro de Excelência em Prótese Peniana Inflável Coloplast do Sul do Brasil e o 3º do país — certificação concedida a cirurgiões com alto volume cirúrgico, resultados clínicos consistentes e aderência a rigorosos padrões técnicos e científicos. Em 2024, recebeu o Prêmio Urofill Master Sculptor pela excelência na técnica de engrossamento peniano, sendo também Urofill Local Trainer, chancelado pelo Dr. Paul Perito, criador da técnica.
Graduado pela Faculdade Assis Gurgacz (FAG), realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Universitário do Oeste do Paraná e residência em Urologia no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. Aprofundou sua formação em Andrologia no Projeto ALFA, em São Paulo, e realizou Observership em Medicina Sexual na Rush University, em Chicago (EUA), onde aprimorou técnicas minimamente invasivas para implante de prótese peniana e tratamento da disfunção erétil. É Mestre em Clínica Cirúrgica pela UFPR. Mantém atualização contínua com treinamentos em Londres, Istambul, Barcelona, Minneapolis, Miami, Las Vegas, Bogotá e São Paulo.
Coordena cursos de formação de urologistas em implante de prótese peniana inflável e atua como organizador de eventos científicos em andrologia no Brasil e no exterior.
É Chefe do Serviço de Andrologia do Hospital Universitário Cajuru (HUC/PUC-PR) e do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG), além de Preceptor da Residência de Urologia nessas instituições. Atende em Curitiba nos hospitais Nossa Senhora das Graças, Vita Curitiba, Marcelino Champagnat, Santa Cruz (Rede D'Or) e Universitário Cajuru, e integra a equipe da Androlab — Clínica da Fertilidade.
Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e do Comitê de Relações Exteriores da SBU. Integra ainda a American Urological Association (AUA), Sociedade Europeia de Urologia (EAU), Society of Urologic Prosthetic Surgeons (SUPS), Sociedade Internacional de Medicina Sexual (ISSM), Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual (ABEMSS), Confederación Americana de Urología (CAU) e Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.
CRM-PR 32299 | RQE 24845


