O tratamento injetável peniano, também chamado de terapia intracavernosa, consiste na aplicação de medicamentos diretamente no pênis com agulhas extremamente finas, praticamente indolores.
Funciona assim, esses medicamentos relaxam a musculatura do pênis e dilatam os vasos sanguíneos, aumentando o fluxo de sangue para o interior do órgão e provocando a ereção.
Portanto, os medicamentos mais prescritos são prostaglandina (alprostadil), papaverina e fentolamina, sendo que o médico define a dose e a combinação ideal para cada paciente, o que permite bons resultados mesmo nos casos mais complexos.


Esse tratamento é uma segunda linha para homens com disfunção erétil que não obtiveram resultado satisfatório com os medicamentos orais, geralmente Viagra ou Tadalafila, que têm contraindicação ao uso desses medicamentos ou que não os toleram bem.
Além disso, pode ser usado com segurança em pacientes de qualquer idade, desde que não haja contraindicações específicas e o tratamento seja conduzido com acompanhamento especializado.
Porém, antes de indicar o tratamento, o médico deve avaliar as causas da disfunção erétil, descartar condições de base e definir o protocolo mais adequado para cada caso.
Geralmente, o paciente faz a primeira aplicação no consultório médico.
Nessa consulta, o médico aplica a medicação, ajusta a dose inicial e treina o paciente, mostrando como e onde aplicar corretamente.
Após esse treinamento, com o paciente seguro e bem orientado, as aplicações seguintes podem ser feitas em casa, sozinho ou com ajuda da parceira.
O tratamento tem poucos efeitos colaterais e baixa incidência de complicações.
Entretanto, quando ocorrem, os mais relatados são dor leve, hematoma ou equimose no local da aplicação e ereções prolongadas.
Em casos mais raros, pode ocorrer fibrose peniana ou priapismo.
Por isso, o acompanhamento com o urologista é fundamental para ajustar a dose corretamente e orientar o paciente sobre como agir em cada situação. Em caso de ereção que dure mais de 2 horas, o paciente deve entrar em contato com um médico imediatamente ou procurar um pronto-atendimento.

Como dito anteriormente, o tratamento injetável é uma opção eficaz, segura e discreta.
Assim, entre os principais diferenciais estão a alta taxa de sucesso, que pode chegar a 90%, e a rapidez de ação, com efeito em cerca de 10 minutos.
Por ser aplicado diretamente no pênis, não causa efeitos colaterais sistêmicos como os medicamentos orais.
Além disso, o uso é sob demanda, ou seja, o paciente aplica apenas quando for ter atividade sexual. A autoaplicação em casa é simples após o treinamento inicial.
Por fim, é uma boa opção para quem não pode usar comprimidos ou não obteve resultado com eles.


O Dr. Tiago Mierzwa é Urologista e Andrologista com grande experiência no tratamento de disfunção erétil, seja medicamentoso, injetável e cirúrgico.
Mestre em Clínica Cirúrgica pela UFPR, realizou treinamentos em Medicina Sexual na Rush University em Chicago, além de Barcelona, Miami, Buenos Aires e São Paulo.
Coordena os Serviços de Andrologia do Hospital Nossa Senhora das Graças e do Hospital Universitário Cajuru, onde conduz um alto volume de tratamentos para disfunção erétil em todas as suas linhas.
É membro da Sociedade Brasileira de Urologia, da American Urological Association, da International Society for Sexual Medicine e da Sociedade Latino-Americana de Medicina Sexual.

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