A doença de Peyronie é uma condição em que placas fibrosas se formam no interior do pênis. Assim, essas placas comprometem a elasticidade do tecido peniano e provocam deformidades visíveis durante a ereção.
O resultado costuma ser uma curvatura anormal do órgão, frequentemente acompanhada de encurtamento, afinamento ou dor.
Antes de tudo, saiba que essa condição pode ser tratada, o que vamos explicar ao longo desta página.
Embora algum grau de curvatura peniana possa ocorrer de forma natural e congênita, a doença de Peyronie se diferencia pela formação de placas rígidas na túnica albugínea, camada que reveste os corpos cavernosos.
Quando essas placas se consolidam, o pênis tende a dobrar na direção da placa durante a ereção, o que pode dificultar ou até impossibilitar a relação sexual.
A condição afeta principalmente homens acima dos 40 anos, porém pode surgir em qualquer faixa etária. Estudos estimam que entre 3% e 9% dos homens convivem com essa condição em algum grau.
Além disso, muitos não procuram ajuda por vergonha ou por desconhecimento, o que leva a uma subnotificação relevante dos casos.
Se este é o seu caso, recomendo que você toque no botão abaixo e converse com nossa equipe de atendimento para agendar uma consulta:

O processo de formação das placas costuma ter início após lesões ou microtraumas no tecido peniano. Essas lesões podem ocorrer durante relações sexuais vigorosas, atividades esportivas ou mesmo sem causa identificável.
Sendo assim, em resposta ao trauma, o organismo desencadeia um processo inflamatório. Em homens predispostos, essa inflamação resulta em deposição excessiva de colágeno, com fragmentação das fibras elásticas e formação de uma placa fibrosa rígida.
Com o tempo, essa placa pode calcificar e tornar-se permanente, limitando a expansão natural dos corpos cavernosos durante a ereção. Assim, o tecido ao redor se expande normalmente, enquanto a região afetada permanece rígida, o que cria a curvatura característica.

A causa exata dessa condição ainda não está completamente definida pela medicina. Contudo, a teoria mais aceita envolve microtraumas repetitivos no pênis durante a atividade sexual, especialmente em situações em que o órgão escapa e sofre impacto contra o períneo ou o púbis da parceira.
Nem todo homem que sofre esse tipo de trauma desenvolve a doença. Fatores genéticos parecem ter participação relevante. De fato, homens com histórico familiar de Peyronie ou de contratura de Dupuytren apresentam risco aumentado.
Alguns fatores podem predispor ao desenvolvimento da condição. Por exemplo, a idade avançada compromete a elasticidade do tecido peniano, facilitando a formação de cicatrizes anormais. Da mesma forma, condições como diabetes mellitus, hipertensão arterial e hipercolesterolemia afetam a saúde vascular e podem acelerar a deposição de colágeno na túnica albugínea.
A disfunção erétil preexistente também aparece como fator de risco. Afinal, ereções mais fracas aumentam a chance de trauma durante a penetração, por conta da instabilidade do pênis. Além disso, tabagismo e consumo excessivo de álcool são fatores adicionais apontados pela literatura médica. Igualmente, pacientes submetidos a prostatectomia radical podem desenvolver a condição no pós-operatório.
Saiba mais sobre a disfunção erétil e suas opções de tratamento

O diagnóstico se baseia na história clínica detalhada e no exame físico. Durante a consulta, o urologista investiga o tempo de evolução dos sintomas, a presença de dor, a percepção da curvatura e o impacto na função sexual. Dessa forma, no exame físico o profissional consegue palpar as placas endurecidas na haste do pênis.
Para avaliar com precisão o grau e a direção da curvatura, o médico pode solicitar um teste de farmacoereção induzida no consultório. Esse exame consiste na aplicação de uma substância que provoca ereção artificial, permitindo documentar e medir a deformidade. Em seguida, a ultrassonografia peniana com Doppler complementa a avaliação ao identificar calcificações, dimensionar a placa e avaliar o fluxo sanguíneo nos corpos cavernosos.

O tratamento depende da fase da doença, da gravidade da deformidade e do impacto funcional na vida do paciente. Casos leves, sem dor e sem comprometimento da relação sexual, podem receber acompanhamento clínico, sem necessidade de intervenção. Já nas situações em que a curvatura dificulta ou impede a penetração, existem abordagens específicas para cada fase.
Na fase aguda, o objetivo principal consiste em controlar a inflamação e tentar reduzir a progressão da deformidade. Algumas medicações orais já foram testadas para esse fim, como vitamina E, tadalafila, colchicina e pentoxifilina. Contudo, nenhuma delas apresenta evidência robusta de eficácia, e os resultados tendem a ser limitados.
A terapia por ondas de choque extracorpórea pode ajudar no controle da dor durante essa fase, embora não atue na redução da placa ou na correção da curvatura. Igualmente, injeções intraplacas com algumas substâncias já foram estudadas, porém os resultados são modestos. Por outro lado, a tração peniana com dispositivos específicos pode contribuir para evitar o encurtamento durante a fase ativa.
A cirurgia costuma ser indicada na fase crônica, quando a deformidade se estabilizou por pelo menos 3 meses e o paciente enfrenta dificuldade significativa para a relação sexual. Antes de qualquer procedimento, o médico realiza uma avaliação detalhada com teste de farmacoereção para mapear com precisão a curvatura, a extensão da placa e a qualidade da ereção. Portanto, cada caso recebe tratamento individualizado, e a técnica cirúrgica mais adequada depende do grau de curvatura, do comprimento peniano, da presença de disfunção erétil e das expectativas do paciente.
Conheça mais sobre as opções de tratamento cirúrgico para Peyronie
Existem três grupos principais de técnicas cirúrgicas utilizadas para tratar essa condição. A escolha entre elas depende de fatores como o grau da curvatura, a presença de disfunção erétil, o comprimento do pênis e as expectativas individuais de cada paciente.


Em casos de Peyronie associada a disfunção erétil que não responde a medicações orais ou injetáveis, o implante de prótese peniana representa a solução mais indicada. O procedimento coloca uma prótese inflável ou semirrígida nos corpos cavernosos, permitindo ao paciente controlar a ereção. Além disso, durante o mesmo procedimento, técnicas complementares de reconstrução corrigem a curvatura, recuperam o comprimento e o calibre peniano. Assim, a prótese peniana inflável permite que o pênis fique em estado flácido quando desativada e com rigidez adequada quando ativada, oferecendo uma solução funcional para o paciente.
Saiba mais sobre o implante de prótese peniana.
Quando se fala em cura para essa condição, é preciso compreender sua complexidade. Embora o objetivo não seja erradicar completamente as placas fibrosas, a abordagem atual foca na reabilitação funcional do paciente. Ou seja, o foco consiste em corrigir a deformidade, aliviar a dor e restaurar a capacidade de ter relações sexuais satisfatórias.
Com o tratamento adequado, a maioria dos pacientes consegue recuperar a função sexual e retomar a vida íntima com conforto. De fato, as taxas de satisfação após os procedimentos cirúrgicos costumam ser elevadas, especialmente quando o tratamento conta com um profissional experiente nessa área. Portanto, o acompanhamento contínuo e a escolha da técnica mais apropriada para cada caso são fatores determinantes para um resultado favorável.
Publicado em JOSÉ MIRÓTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. O Dr Tiago é aquela pessoa que chega pra te salvar, quando tudo parecia perdido, sem esperanças fez que a minha vida voltasse a ter sentido novamente... é difícil de se falar a respeito de estas coisas, mas quem ler entenderá. Gratidão é a minha palavra!!!Publicado em Josias RosaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelente atendimento. Profissionais altamente qualificados e atenciosos.Publicado em Renan KmTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Eu fiz uma postectomia como doutor Tiago Mierzwa e tudo ocorreu bem! Eu estava com receio de fazer a cirurgia, pois nunca tinha feito uma cirurgia na vida. No dia da consulta, o doutor explicou direito como funciona a cirurgia e para que serve. No dia cirurgia, já foram me passado as orientações e os remédios para tomar e a cirurgia em si foi um sucesso. Não senti muitas dores (somente no primeiro dia senti um dor, o que é normal após a cirurgia), mas com remédios as dores foram sumindo. Em suma, tudo ocorreu bem e só tenho que agradecer o doutor Tiago e a sua equipe.Publicado em Marinho LongenTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Atendimento com muita qualidade: atenção, cuidado, clareza e preocupação.Publicado em Marcio MattosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissional claro, competente e objetivo. RecomendoPublicado em Daniel FidelesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelente médico genuinamente preocupado com o seu paciente! Também destaco que é um excelente cirurgião 😀Publicado em Ariane GomesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dr. Tiago operou meu esposo de varicocele é um médico excelente, competente e muito atencioso. Desde a primeira consulta fomos bem atendidos, ele sempre gentil e com sorriso no rosto, no pós operatório também, deu todo suporte, respondendo sempre que solicitado. A secretária também, muito simpática, atenciosa e responde prontamente o que é perguntado.Publicado em Mario RivabemTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Profissionais excelentes. Clareza na explicação antes da cirurgia, acompanhamento e pós cirurgia. Muita atenção e profissionalismo. Obrigado Dr. TiagoPublicado em In God I TrustTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Super indico muito atencioso explica todos os detalhes antes e pós cirúrgicos parabéns Dr Tiago e equipe.Muito obrigado


consulta, o paciente pode esclarecer dúvidas sobre a fase da doença, o grau da curvatura e as opções terapêuticas mais indicadas para cada situação.
O Dr. Tiago Mierzwa é urologista e andrologista, mestre em Clínica Cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná e coordenador dos Serviços de Andrologia do Hospital Nossa Senhora das Graças e do Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba. Com treinamento em Medicina Sexual na Rush University (Chicago, EUA) e experiência em técnicas de correção de curvatura peniana, incluindo plicatura, incisão com enxerto e implante de prótese peniana para casos de Peyronie, atua com foco na reabilitação funcional e na individualização do tratamento para cada paciente.
Todos os pacientes possuem contato direto e atendimento 24 horas pela equipe.
CRM-PR 32299 | RQE 24845
Urocentro, Rua Portugal 307, 1o andar, São Francisco, Curitiba-PR, próximo ao Largo da Ordem.
Telefone: (41) 3074-7496
As informações desta página têm caráter educativo e não substituem a consulta médica. Cada caso deve ser avaliado individualmente por um profissional habilitado.

Esse e-book tem como objetivo fornecer informações essenciais sobre a Doença de Peyronie. Desde os primeiros sinais até as opções de tratamento mais avançadas, obtenha todo o conhecimento necessário para você gerenciar melhor sua saúde peniana.
Preencha os campos abaixo para receber seu E-Book GRATUITAMENTE!
2025. Responsável Técnico Dr. Tiago Mierzwa – CRM-PR 32299 – RQE 24845 – Políticas de Privacidade.
Gerenciado por PHILLIPPE MARKETING DE RESULTADOS