A disfunção erétil em idosos é, sem dúvida, uma das queixas que mais chegam ao meu consultório.
E o que me preocupa não é apenas a frequência com que isso acontece, mas o tempo que muitos homens passam convivendo com o problema em silêncio, sem buscar ajuda, acreditando que é algo natural da idade que simplesmente “tem que aceitar”.
Dados consolidados pela literatura científica indicam que mais de 70% dos homens acima dos 70 anos apresentam algum grau de comprometimento erétil.
Esse percentual sobe progressivamente com o avançar da idade. Mas o que a maioria dos pacientes não sabe é que a disfunção erétil raramente é um problema isolado. Na maior parte dos casos, ela funciona como um marcador clínico precoce de doenças sistêmicas, especialmente doenças cardiovasculares e distúrbios metabólicos.
Isso significa que a avaliação adequada vai muito além da queixa sexual. Ela pode, literalmente, salvar vidas.
Neste artigo, vou apresentar as causas documentadas da disfunção erétil em idosos, os tratamentos com respaldo científico comprovado e as estratégias de prevenção baseadas em evidências. Nenhuma informação aqui promete resultados garantidos ou curas milagrosas, porque a medicina séria não faz essas promessas.
Agende sua consulta com o Dr. Tiago Mierzwa, Urologista e Andrologista referência no tratamento da Disfunção Erétil em Curitiba.
Se você identificou algum dos sinais descritos neste artigo, não espere mais. A avaliação especializada é o primeiro passo para retomar sua qualidade de vida.
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Dr. Tiago
Mierzwa


– Mestre em Clínica Cirúrgica pela Universidade Federal do Paraná
– Coordenador dos Serviços de Andrologia do Hospital Nossa Senhora das Graças e Hospital Universitário Cajuru
– Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia
– Membro da Sociedade Brasileira de Urologia/ American Urological Association/ International Society for Sexual Medicine/ Sociedade LatinoAmericana de Medicina Sexual
– ABEMSS/ Confederación Americana de Urologia/ Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
O que é disfunção erétil e como ela se manifesta nos idosos?
A disfunção erétil é definida clinicamente como a incapacidade persistente, por pelo menos seis meses, de obter ou manter uma ereção suficiente para a realização de atividade sexual satisfatória. O diagnóstico não se baseia em episódios ocasionais, que são normais em qualquer faixa etária, mas em um padrão consistente de falha erétil.
Quando explico isso para os meus pacientes, costumo dizer: errar uma vez não é disfunção erétil. O que caracteriza a condição é a repetição, a persistência do problema ao longo do tempo.
No paciente idoso, as manifestações costumam ser graduais. Ereções menos rígidas do que o habitual, maior dificuldade de manter a ereção após a penetração e aumento do tempo necessário para nova ereção após o orgasmo, o chamado período refratário. Esses fenômenos têm explicação fisiológica direta e não devem ser naturalizados como “consequência inevitável da velhice” sem uma investigação médica adequada.
Envelhecer não é sinônimo de abrir mão da vida sexual. O que muda com a idade precisa ser avaliado, e não simplesmente ignorado.
Quais são as causas da disfunção erétil em idosos?
A etiologia da disfunção erétil no paciente idoso é frequentemente multifatorial. Raramente existe uma causa única. No meu consultório, o que vejo com muito mais frequência é uma combinação de fatores que se sobrepõem e se intensificam mutuamente. As principais causas identificadas na literatura incluem:
As causas vasculares são as mais frequentes?
Sim. E isso é algo que sempre ressalto para os meus pacientes: a ereção depende fundamentalmente de um fluxo sanguíneo adequado para os corpos cavernosos do pênis. Com o envelhecimento, ocorre aterosclerose progressiva — o acúmulo de placas nas paredes arteriais — que compromete esse fluxo.
O que torna isso ainda mais relevante do ponto de vista clínico é que estudos mostram que a disfunção erétil de origem vascular pode preceder eventos coronarianos em até cinco anos.
Ou seja, quando um paciente chega ao meu consultório com essa queixa, eu não estou apenas avaliando a função sexual dele. Estou olhando para a saúde cardiovascular como um todo.
Quais doenças crônicas estão associadas à disfunção erétil em idosos?
As condições crônicas com maior associação comprovada à disfunção erétil em idosos são:
Diabetes mellitus tipo 2: causa dano endotelial e neuropático simultâneo. O paciente diabético tem três vezes mais chances de apresentar disfunção erétil quando comparado com pacientes não diabéticos, e a condição tende a se manifestar de 10 a 15 anos antes do que ocorreria em um paciente sem diabetes.
Hipertensão arterial: compromete a vasodilatação peniana e é agravada por alguns anti-hipertensivos.
Dislipidemia: acelera o processo aterosclerótico vascular periférico.
Obesidade: associada à redução dos níveis de testosterona livre e à resistência insulínica.
Síndrome metabólica: representa a combinação de vários desses fatores, com impacto cumulativo e significativo sobre a função erétil.
Quando o paciente tem duas ou três dessas condições ao mesmo tempo — o que é muito comum na terceira idade —, o risco aumenta de forma expressiva.
Os hormônios influenciam a disfunção erétil no idoso?
Sim, e isso é uma pergunta que recebo com muita frequência. A queda progressiva da testosterona a partir dos 40 anos, fenômeno denominado hipogonadismo tardio, reduz a libido, o volume de ereções espontâneas e a sensibilidade peniana. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento masculino, com uma redução de cerca de 1% ao ano.
Entretanto, é fundamental deixar isso bem claro: a reposição hormonal só está indicada quando há deficiência laboratorialmente confirmada. Não é um tratamento padrão para toda disfunção erétil em idosos, e o uso indiscriminado de testosterona sem indicação médica é contraindicado e pode causar danos sérios à saúde, incluindo aumento do risco cardiovascular e comprometimento da fertilidade em pacientes mais jovens.
A testosterona é uma faca de dois gumes: usada corretamente, pode ser uma grande aliada; usada de forma inadequada, torna-se um problema.
As doenças neurológicas também causam disfunção erétil?
Sim. Doenças como Parkinson, esclerose múltipla, sequelas de acidente vascular cerebral e neuropatia diabética comprometem a transmissão nervosa responsável pelo início da resposta erétil. Cirurgias pélvicas prévias, especialmente a prostatectomia radical para câncer de próstata, também podem lesar os nervos cavernosos e causar uma disfunção erétil de difícil reversão.
Esse é um ponto que sempre discuto com os pacientes que vêm me procurar após uma cirurgia prostática: o problema é real, tem explicação e tem tratamento. Não há razão para silêncio ou resignação.
Os medicamentos de uso comum podem causar disfunção erétil?
Essa é uma causa que muitos pacientes sequer consideram. Diversas classes de medicamentos de uso comum entre idosos têm a disfunção erétil como efeito adverso documentado: anti-hipertensivos betabloqueadores, diuréticos tiazídicos, antidepressivos, especialmente os inibidores seletivos da recaptação de serotonina, antipsicóticos e agentes hormonais usados no tratamento do câncer de próstata.
A revisão do esquema medicamentoso pelo médico é parte fundamental da avaliação. Em muitos casos, um simples ajuste na medicação em uso já pode trazer melhora significativa.
Os fatores psicológicos influenciam a disfunção erétil no idoso?
Influenciam muito, e isso é algo que constantemente reforço nos meus vídeos e nas consultas. Depressão, ansiedade de desempenho, luto, mudanças no relacionamento conjugal e isolamento social são causas psicogênicas relevantes, especialmente em pacientes com disfunção erétil de início súbito ou situacional.
Para que a ereção ocorra, é necessário que o paciente esteja relaxado, sem preocupações excessivas naquele momento. A ansiedade, por si só, é capaz de bloquear completamente o mecanismo erétil. Em muitos casos, a causa orgânica e a psicológica coexistem e se retroalimentam, e tratar apenas um dos lados sem considerar o outro é insuficiente.
Por isso, o tratamento multidisciplinar tende a trazer os melhores resultados.
Quais são os tratamentos com respaldo científico para a disfunção erétil em idosos?
A escolha do tratamento depende da causa identificada, das condições clínicas do paciente e do perfil de risco cardiovascular. Abaixo, apresento os tratamentos com evidência científica consolidada, aprovados pelos principais órgãos regulatórios.
Os comprimidos para disfunção erétil funcionam em idosos?
Os inibidores da fosfodiesterase-5, sildenafila, tadalafila e vardenafila, são os medicamentos de primeira linha para a disfunção erétil na maioria dos pacientes. Eles atuam potencializando a vasodilatação peniana mediada por óxido nítrico.
Um ponto importante que sempre explico: esses medicamentos são facilitadores da ereção, não indutores. Eles não criam uma ereção do nada. Para que funcionem, é necessário que haja estímulo sexual. O paciente que toma o comprimido e não tem nenhum estímulo não vai ter resultado e frequentemente esse é o motivo pelo qual os pacientes chegam ao meu consultório dizendo que “o medicamento não funcionou”.
Além disso, o tempo de ação importa. A sildenafila necessita de pelo menos uma hora após o consumo para fazer efeito. A tadalafila, no mínimo 30 minutos. Tomar o medicamento e tentar a relação de imediato é outro erro comum.
A eficácia dos iPDE5 foi demonstrada em amplos estudos randomizados, com taxas de resposta entre 60% e 80% em populações gerais. Em idosos com comorbidades, a resposta pode ser menor, e o médico deve avaliar a segurança cardiovascular antes da prescrição.
O que é a terapia intracavernosa e quando ela é indicada?
Quando os comprimidos não funcionam, têm contraindicação ou apresentam efeitos colaterais que o paciente não tolera, partimos para o tratamento de segunda linha: as injeções intracavernosas.
A aplicação intracavernosa de alprostadil, prostaglandina E1, isolado ou em combinação com outros vasoativos, é uma alternativa eficaz que apresenta altas taxas de efetividade, inclusive em pacientes após prostatectomia radical e em diabéticos com neuropatia avançada.
Sei que a palavra “injeção no pênis” assusta a maioria dos pacientes. Mas o procedimento é feito com agulhas muito finas, de 8 mm, na lateral do pênis, evitando estruturas nervosas, a glande e a uretra.
Após a orientação adequada, a grande maioria dos pacientes adapta-se bem. Existe ainda a opção da caneta de aplicação, muito parecida com as utilizadas por pacientes com diabetes, que facilita ainda mais o processo para quem tem dificuldade com seringas.
O dispositivo de vácuo é uma opção válida para idosos?
O dispositivo de ereção a vácuo é um tratamento mecânico, não invasivo, com boa eficácia em pacientes selecionados, especialmente aqueles com contraindicação a medicamentos.
O princípio é simples: o dispositivo gera uma pressão negativa que promove o fluxo sanguíneo para o pênis, criando uma rigidez peniana. Não é adequado para todos os perfis e deve ser prescrito e orientado por médico especialista. A ereção obtida por esse método difere fisiologicamente da ereção natural e pode não ser satisfatória para todos os casais, mas para uma parcela significativa dos pacientes representa uma solução viável e segura.
A terapia com ondas de choque funciona para a disfunção erétil?
Evidências científicas recentes, incluindo revisões sistemáticas e metanálises, indicam benefício da terapia com ondas de choque de baixa intensidade em pacientes com disfunção erétil vasculogênica leve a moderada. O mecanismo envolve estimulação da angiogênese e melhora da função endotelial.
É uma terapia adjuvante, não substituta dos tratamentos convencionais. Sua indicação deve ser avaliada individualmente, e nem todos os pacientes são candidatos. Mas nos casos adequados, os resultados são promissores.
Quando a prótese peniana é indicada?
Para pacientes com disfunção erétil grave, refratária a todos os tratamentos clínicos, a prótese peniana inflável é a opção com maiores índices de satisfação registrados na literatura, acima de 90% em estudos de longo prazo, tanto para o paciente quanto para a parceira.
Existem dois modelos principais disponíveis:
A prótese semirrígida, que é implantada em cilindros que permanecem com rigidez constante, o paciente a posiciona quando quer ter relação e a dobra quando não quer.
Por outro lado, a prótese inflável é composta por três componentes: os cilindros internos, uma bomba colocada na bolsa escrotal e um reservatório próximo à bexiga.
Quando o paciente deseja a relação, aciona a bomba e os cilindros se enchem de soro; quando não deseja, esvazia e o pênis retorna ao estado flácido.
O tamanho da prótese não é escolhido previamente pelo paciente. É definido no momento da cirurgia, após medição do corpo cavernoso, com a abertura dos modelos disponíveis pela empresa. É um tratamento funcional, com intenção secundária estética, voltado para recuperar a rigidez axial e permitir que o paciente volte a ter relações penetrativas.
A cirurgia dura em torno de 40 minutos a uma hora, com alta no mesmo dia, e é de baixo risco quando bem indicada e realizada por cirurgião experiente. No paciente diabético, o controle rigoroso da glicemia antes do procedimento é essencial para reduzir o risco de infecção.
A reposição de testosterona trata a disfunção erétil?
A reposição de testosterona está indicada apenas quando há hipogonadismo confirmado por exames laboratoriais, testosterona total e livre abaixo dos valores de referência para a faixa etária. Não há evidência científica de que a reposição hormonal melhore a função erétil em pacientes com testosterona dentro da normalidade.
Hoje, os níveis considerados normais para testosterona total ficam acima de 300 a 350 ng/dL, de acordo com as principais instituições internacionais. Pacientes abaixo desse patamar, com sintomas associados à queda hormonal, fadiga crônica, redução da libido, dificuldade de concentração, perda de massa muscular, podem se beneficiar da reposição a partir de um determinado momento.
Os benefícios sexuais costumam aparecer já no primeiro ou segundo mês de uso. Os benefícios ósseos e cognitivos podem levar cerca de dois anos para se consolidar plenamente. Mas repito: isso só tem indicação quando confirmado laboratorialmente. O uso sem indicação médica é contraindicado.
Quais tratamentos não têm evidência científica para a disfunção erétil?
Esse é um ponto que considero muito importante abordar, especialmente porque a internet está cheia de promessas milagrosas direcionadas a homens que sofrem com essa condição.
Não existem evidências científicas robustas que suportem o uso de exercícios manuais como o jelqing, suplementos à base de plantas sem registro na ANVISA, óleos e cremes de aplicação tópica ou protocolos de automedicação como tratamentos para a disfunção erétil. A automedicação nessa área é perigosa e pode mascarar doenças cardiovasculares graves que precisam de diagnóstico e tratamento adequados.
Desconfie de qualquer produto ou serviço que prometa “resultados garantidos” ou “cura definitiva” para a disfunção erétil.
Como prevenir a disfunção erétil em idosos?
As medidas com maior evidência de impacto preventivo sobre a disfunção erétil em idosos são modificações do estilo de vida. Estudos demonstram que intervenções não farmacológicas podem reduzir significativamente a prevalência e a gravidade da condição.
A atividade física previne a disfunção erétil?
Sim, atividade física aeróbica regular, de 30 a 60 minutos pelo menos cinco vezes por semana, está associada à melhora da função endotelial e à redução do risco cardiovascular. Os exercícios de força muscular, musculação e similares, também são especialmente relevantes porque promovem ganho de massa magra, que está diretamente associado à melhora dos níveis de testosterona. Exercícios de alta intensidade com sprints são igualmente importantes.
O ponto principal: o exercício físico não é apenas uma medida preventiva para a disfunção erétil, é uma medida de saúde global que melhora praticamente todos os aspectos da saúde masculina.
A alimentação influencia a função erétil?
Diretamente. Uma dieta balanceada, rica em vegetais, frutas, castanhas, fontes de ômega-3 como os peixes, e com proteínas em quantidade adequada está associada à manutenção dos níveis de testosterona e à saúde vascular. A vitamina D, que já é muito conhecida, também é importante que esteja em níveis adequados.
Por outro lado, uma alimentação rica em gorduras saturadas, açúcares refinados e ultraprocessados acelera o processo aterosclerótico e contribui para o desenvolvimento das doenças crônicas que causam a disfunção erétil.
O sono tem relação com a disfunção erétil?
Tem, e muito mais do que a maioria das pessoas imagina. O sono de qualidade é fundamental na regulação dos níveis hormonais. A maior parte da testosterona é produzida à noite, durante o sono profundo. Um sono de má qualidade, com muitos despertares, compromete diretamente essa produção.
As recomendações práticas que dou aos meus pacientes: não assistir televisão ou usar telas na hora de dormir, evitar líquidos estimulantes como café e chá com cafeína após o fim da tarde, e evitar exercícios físicos intensos muito próximos do horário de dormir.
Parar de fumar melhora a função erétil?
Sim, o tabaco é um dos principais agentes de dano endotelial vascular. Cessar o tabagismo melhora a função endotelial e contribui diretamente para a melhora das ereções. Da mesma forma, a redução do consumo de álcool é fundamental — o consumo crônico excessivo está associado ao aumento dos hormônios femininos, como o estrogênio, gerando um desequilíbrio hormonal que reduz a testosterona e prejudica a função erétil.
Quando procurar um urologista ou andrologista para disfunção erétil?
A disfunção erétil que se repete ao longo de semanas ou meses não deve ser ignorada, nem tratada com automedicação. A avaliação especializada é indicada sempre que:
A dificuldade erétil persiste por mais de três meses. O paciente possui fatores de risco cardiovascular, hipertensão, diabetes, tabagismo ou sedentarismo. Há redução do desejo sexual associada à disfunção erétil. O problema está impactando a qualidade de vida e os relacionamentos. O paciente fez cirurgia pélvica ou tratamento oncológico prostático recentemente.
A consulta com especialista permite não apenas tratar a disfunção erétil, mas identificar precocemente doenças sistêmicas silenciosas que o paciente ainda não sabe que tem.
Se você se identificou com alguma dessas situações, não adie mais. O tratamento existe, é eficaz, e a qualidade de vida sexual faz parte da saúde integral do homem em qualquer fase da vida.
Dr. Tiago Mierzwa, Urologista e Andrologista
CRM-PR 32299 – RQE 24845
Endereço do Consultório: Urocentro | Rua Portugal 307, São Francisco, Curitiba – PR
Referências científicas
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As informações contidas neste artigo têm caráter educativo e informativo, em conformidade com as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) para publicidade médica. Elas não substituem a consulta médica individualizada, o diagnóstico clínico ou a prescrição de tratamentos por profissional habilitado. Nenhum resultado específico é garantido.
Autor

Dr. Tiago Mierzwa é urologista e andrologista em Curitiba, referência nacional em medicina sexual masculina, andrologia e cirurgias urológicas de alta complexidade. Sua atuação abrange o tratamento da disfunção erétil, implante de prótese peniana inflável e maleável, doença de Peyronie (curvatura peniana), varicocele, infertilidade masculina, vasectomia sem cortes, reversão de vasectomia microcirúrgica, postectomia com grampeador, engrossamento peniano com ácido hialurônico (Urofill), reabilitação sexual pós-câncer de próstata e reposição de testosterona.
Em 2025, tornou-se o 1º Centro de Excelência em Prótese Peniana Inflável Coloplast do Sul do Brasil e o 3º do país — certificação concedida a cirurgiões com alto volume cirúrgico, resultados clínicos consistentes e aderência a rigorosos padrões técnicos e científicos. Em 2024, recebeu o Prêmio Urofill Master Sculptor pela excelência na técnica de engrossamento peniano, sendo também Urofill Local Trainer, chancelado pelo Dr. Paul Perito, criador da técnica.
Graduado pela Faculdade Assis Gurgacz (FAG), realizou residência em Cirurgia Geral no Hospital Universitário do Oeste do Paraná e residência em Urologia no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. Aprofundou sua formação em Andrologia no Projeto ALFA, em São Paulo, e realizou Observership em Medicina Sexual na Rush University, em Chicago (EUA), onde aprimorou técnicas minimamente invasivas para implante de prótese peniana e tratamento da disfunção erétil. É Mestre em Clínica Cirúrgica pela UFPR. Mantém atualização contínua com treinamentos em Londres, Istambul, Barcelona, Minneapolis, Miami, Las Vegas, Bogotá e São Paulo.
Coordena cursos de formação de urologistas em implante de prótese peniana inflável e atua como organizador de eventos científicos em andrologia no Brasil e no exterior.
É Chefe do Serviço de Andrologia do Hospital Universitário Cajuru (HUC/PUC-PR) e do Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG), além de Preceptor da Residência de Urologia nessas instituições. Atende em Curitiba nos hospitais Nossa Senhora das Graças, Vita Curitiba, Marcelino Champagnat, Santa Cruz (Rede D'Or) e Universitário Cajuru, e integra a equipe da Androlab — Clínica da Fertilidade.
Membro Professor do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e do Comitê de Relações Exteriores da SBU. Integra ainda a American Urological Association (AUA), Sociedade Europeia de Urologia (EAU), Society of Urologic Prosthetic Surgeons (SUPS), Sociedade Internacional de Medicina Sexual (ISSM), Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual (ABEMSS), Confederación Americana de Urología (CAU) e Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.
CRM-PR 32299 | RQE 24845


